SUSPENSE NA FEDERAÇÃO JOÃO PEDRO NÃO É MAIS PRÉ…

Por Ribamar Félix*

O pré-candidato ao governo do Amazonas, João Pedro Gonçalves, não é mais pré, nem pós, a direção nacional do PT, redefiniu a estratégia e pensa em um palanque mais robusto para o Lula.

Nos bastidores fala-se na possibilidade de uma aliança com o senador Eduardo Braga, com quem já há uma discussão mais avançada.

– mas o Braga é golpista, questionam alguns petistas mais ortodoxos. Um golpista a mais não descaracteriza o projeto de eleição do Lula.

Já tem uma lista extensa que vai Paulinho da Força e Alckmin a Omar Aziz e Marcelo Ramos, mas que fizeram  autocrítica e concluíram que entre Lula e o inominável o petista é a melhor opção.

Eduardo Braga vem se mantendo na retaguarda entre os três candidatos com chances de disputar a pole position da eleição para governar o Amazonas a partir de janeiro de 2023.

Se  será ele ou, até, o Amazonino ninguém sabe, o certo é que o segundo turno será Wilson Lima e um deles.

O suspense continua até bem próximo das Convenções.

BOLSONARO REVELA SEU LADO SUBTERRÂNEO

“Podemos viver até sem oxigênio, sem liberdade jamais”, disse o provável morador das profundezas do Mar Mediterrâneo, isso mesmo, os animas que medem em torno de 3,5 centímetros, mais ou menos o tamanho de uma ameba, pertencem a família dos loriciferas e habitam as profundezas do oceano estão entre os poucos conhecidos pela ciência a viver sem oxigênio.

Quando bolsonaro se refere a liberdade ele mira o STF que ele, seus filhos e seguidores definiram como principal adversário político e de poder.

Eles não respeitam a independência dos poderes,mas ela existe e faz muito mal ao seu ego e sua estupidez política, psicotica.

DOM E BRUNO, MAIS DOIS MÁRTIRES DA SELVA SEM DONO.

Agora é oficial, o jornalista inglês Dom Philips e o indigenista Bruno Pereira fazem parte da estatística daqueles que decidiram dedicar suas vidas em defesa da floresta, de seu povo e de tudo que nela há.

Bolsonaro e os seus seguidores, mortos vivos, continuam questionando: “Mas o que era que os dois estavam fazendo no meio daquela  Selva perigosa?”

Estavam fazendo o que o Estado não faz, estavam defendendo os povos e o meio ambiente do ataque dos criminosos que atuam livremente com a conivência do Estado, na extração de minérios, madeira, pescados e drogas.

E o Bolsonaro diz:”só falta me culparem pelo assassinato dos dois”.

Se fosse um Chefe de Estado responsável assumiria o problema sossicial, já que   políticamente falando já está debitado em sua conta e em nível mundial, QUE CHIQUE…

Apesar do prisioneiro ter confessado o crime, não revelou o nome do ou dos mandante ou mandantes, até porque um simples flagra em uma pesca ilegal e  predatória não motivaria tamanha barbárie.

Esse crime contra dois abnegados defensores da Amazônia não deve cair no esquecimento fazendo parte de uma triste estatística de ambientalistas, sindicalistas defensores da Amazônia e de seus povos, como: Paulo Fontelles, irmãos Canutos, Irmã Dorothy, Chico Mendes dentre outros.Esse crime precisa ser completamente desvendado, todos os envolvidos punidos.BASTA DE IMPUNIDADE NA AMAZÔNIA.

WILKER BARRETO, O CIUMENTO

Com saudade da época em que era vereador, presidente da Câmara e mandava na Secretaria Municipal Obras, o deputado Wilker Barreto, ataca o atual secretário.

Claro que é só ciúmes e saudades do órgão público que um dia já chamou de seu.

Calma deputado porque se o senhor não for reeleito pode concorrer novamente uma vaga na Câmara e, quem sabe, voltar a comandar o órgão.

Por enquanto é só sentar e assistir ao relevante trabalho realizado pelo secretário Renato Júnior e aprender um pouco com quem conhece do riscado.

Ribamar Félix*
Professor, jornalista e analista político.