Nem com nojo
É a tradução para o amazonês do sentimento de repulsa que, segundo alguns íntimos do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro nutre por Wilson Lima. Dizem eles que o presidente tenta, a qualquer custo, evitar que o seu palanque no Amazonas seja o do governador, que é visto como uma companhia negativa por causa dos altos índices de rejeição que apresenta.

A bola da vez


As mesmas fontes afirmam que o sonho de consumo de Bolsonaro no Amazonas é ninguém menos que ele, Amazonino Armando Mendes, o Negão, que ainda não declarou apoio a nenhum dos pré-candidatos à Presidência da República.

Ai se eu te pego
Mesmo octagenário e chegando a 40 anos uma carreira política com três mandatos de prefeito de Manaus, um de senador da República e quatro de governador do Amazonas, o Negão entra no ano das eleições fazendo o estilo carrapato, grudado no primeiro lugar das pesquisas de intenções de votos.

Botão do pânico
O desespero começa a se espalhar nos círculos do poder, em Brasília. Vendo Bolsonaro seguir ladeira a baixo e em ritmo constante, o Centrão arruma as malas e prepara o desembarque do carrinho de rolemã desgovernado para escapar do iminente desastre.

Raspa do tacho
Antes de saltarem, porém, como dizia o Síndico do Brasil na sua “A Festa do Santo Reis”, os “centrãozistas” vão “levando o que podem” com manobras como as suas emendas secretas ao orçamento secreto do secretíssimo governo bozoniano.

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