Os falcões que no governo Bush montaram a guerra contra o Iraque nunca esconderam que se sentem no primeiro degrau de uma escalada. “Depois do Iraque pegaremos a Síria, o Irã e a Coréia do Norte”, disse John Bolton, subsecretário de Estado americano, antes mesmo de iniciada a invasão do território iraquiano. A Doutrina Bush foi construída a partir da decisão de Washington de usar força militar para projetar o poder dos Estados Unidos.

É a guerra permanente, já que reproduz, segundo especialistas que procuram alertar para isso a máxima belicista de que ” a guerra é o estado natural da espécie humana”. Os Estados Unidos, dizem os falcões de Bush, são a única superpotência militar existente e devem deixar claro que têm armas para uso não apenas em paradas militares. Atacar primeiro, em defesa do que for considerado do seu interesse nacional, e conversar depois.


São eliminadas sumariamente soberanias nacionais e é instalada a lei da selva, do mais forte, num cenário de continuado tiroteio. Iraque é o começo. Vejam os black coffee breefing do American Enteprise Institute, um dos mais influentes ninhos dos falcões americanos. O tema tem sido the road war…and beyond. Nesses encontros foi ‘redesenhado o planeta’, como um projeto pós-Iraque. A ONU deve sofrer reforma radical, de modo a neutralizá-la.


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